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	<title>Notícias Ceajufe+Ieja</title>
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	<description>Notícias sobre cursos, concursos e também sobre o ensino sobre o direito.</description>
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	<item>
		<title>Advogados opinam sobre a súmula 452 do STJ</title>
		<link><![CDATA[http://www.iejamg.com.br/site/noticia.php?intId=18&titulo=Advogados opinam sobre a súmula 452 do STJ]]></link>
		<description><![CDATA[<p>Os advogados Bruno Zanim, do escrit&oacute;rio Mesquita Pereira, Marcelino, Almeida, Esteves Advogados; Bruno Henrique Coutinho de Aguiar, de Rayes, Fagundes &amp; Oliveira Ramos Advogados Associados; Allan Moraes, da banca Neumann, Salusse, Marangoni Advogados; Paulo Coimbra, de Tostes &amp; Coimbra Advogados; e Eduardo de Sampaio Leite Jobim, de Duarte Garcia, Caselli Guimar&atilde;es e Terra Advogados, opinam sobre a s&uacute;mula 452 do STJ em mat&eacute;ria publicada no Jornal do Commercio, no dia 18/6. <br />
<br />
&nbsp;<br />
<br />
Orienta&ccedil;&atilde;o do STJ gera pol&ecirc;mica<br />
<br />
&nbsp;<br />
<br />
Uma orienta&ccedil;&atilde;o do STJ tem provocado diverg&ecirc;ncia entre os advogados com atua&ccedil;&atilde;o na &aacute;rea tribut&aacute;ria. A pol&ecirc;mica gira em torno da s&uacute;mula 452, editada no &uacute;ltimo dia 2, para estabelecer que as a&ccedil;&otilde;es de pequeno valor n&atilde;o podem ser extintas, de of&iacute;cio, pelo Poder Judici&aacute;rio.<br />
<br />
&nbsp;<br />
<br />
Para a corte, essa &eacute; uma decis&atilde;o que cabe apenas &agrave; administra&ccedil;&atilde;o Federal. Na avalia&ccedil;&atilde;o dos especialistas, a medida pode prejudicar os contribuintes, principalmente por tornar o procedimento mais burocr&aacute;tico. H&aacute;, no entanto, quem defenda a medida fixada pelo tribunal superior.<br />
<br />
&nbsp;<br />
<br />
A s&uacute;mula do STJ foi elaborada com base no julgamento do recurso especial 1.100.501.<br />
<br />
O relator, ministro Jorge Mussi, ressaltou, em seu voto, que a lei atual autoriza a Uni&atilde;o e os dirigentes m&aacute;ximos da administra&ccedil;&atilde;o indireta a optarem por desistir ou n&atilde;o de propor a&ccedil;&otilde;es para cobran&ccedil;a de cr&eacute;dito de valor inferior a R$ 1 mil.<br />
<br />
&nbsp;Ele destacou, no entanto, que &quot;n&atilde;o est&aacute; o Poder Judici&aacute;rio autorizado a promover a extin&ccedil;&atilde;o de execu&ccedil;&atilde;o por considerar tal valor &iacute;nfimo&quot;.<br />
<br />
&nbsp;A s&uacute;mula, que sintetiza um entendimento tomado reiteradamente pelos &oacute;rg&atilde;os julgadores do tribunal, foi aprovada com a seguinte reda&ccedil;&atilde;o : &quot;a extin&ccedil;&atilde;o das a&ccedil;&otilde;es de pequeno valor &eacute; faculdade da Administra&ccedil;&atilde;o Federal, vedada a atua&ccedil;&atilde;o judicial de of&iacute;cio&quot;. Para o advogado Bruno Zanim, do escrit&oacute;rio Mesquita Pereira, Marcelino, Almeida, Esteves Advogados, a aplica&ccedil;&atilde;o da s&uacute;mula merece cuidado. &quot;N&atilde;o se trata de uma faculdade conferida ao magistrado e sim de norma que perdoa a d&iacute;vida perante a Fazenda Nacional, desde que ela se enquadre na respectiva situa&ccedil;&atilde;o determinada pela lei&quot;, afirmou.<br />
<br />
&nbsp;De acordo com ele, o artigo 14 da lei 11.941/09 (que trata do parcelamento tribut&aacute;rio) assevera que os d&eacute;bitos com a Fazenda Nacional cujo valor consolidado em 31 de dezembro de 2007 seja igual ou inferior a R$ 10 mil encontram-se remidos.<br />
<br />
&nbsp;&quot;Nos termos do inciso 2&ordm;, do artigo 125 do CTN, esse perd&atilde;o beneficia todos aqueles que foram inclu&iacute;dos no polo passivo da execu&ccedil;&atilde;o fiscal, ou seja, tanto a empresa quanto o seu s&oacute;cio, comumente inclu&iacute;do. Al&eacute;m disso, nos termos do inciso 4&deg;, do artigo 156, daquele Codex, a remiss&atilde;o extingue o cr&eacute;dito tribut&aacute;rio&quot;, conclui Bruno Henrique Coutinho de Aguiar &ndash; do escrit&oacute;rio Rayes, Fagundes &amp; Oliveira Ramos Advogados Associados &ndash; explicou que essa s&uacute;mula obriga a Uni&atilde;o a concordar com a extin&ccedil;&atilde;o das execu&ccedil;&otilde;es fiscais para cobran&ccedil;a de pequenos d&eacute;bitos, n&atilde;o podendo o Poder Judici&aacute;rio extingui-las se assim julgar necess&aacute;rio. &quot;Isto &eacute; ruim porque torna mais burocr&aacute;tico a extin&ccedil;&atilde;o dessas execu&ccedil;&otilde;es, e, conseq&uuml;entemente, prejudica os contribuintes que querem se ver livres dessas a&ccedil;&otilde;es fiscais&quot;.<br />
<br />
&nbsp;&quot;Como este assunto &eacute; determinado em lei, em nossa vis&atilde;o, o Poder Judici&aacute;rio poderia extinguir todas as execu&ccedil;&otilde;es sem necessidade de aguardar a anu&ecirc;ncia da Uni&atilde;o&quot;, afirmou Allan Moraes &ndash; da banca Neumann, Salusse, Marangoni Advogados &ndash; defende que a faculdade da administra&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica h&aacute; de ser interpretada de maneira relativa.<br />
&nbsp;<br />
&quot;Apesar da lei se utilizar da express&atilde;o 'poder&aacute;', a faculdade da administra&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica h&aacute; de ser interpretada de maneira relativa, sob pena de esvaziamento do principal objetivo do legislador, qual seja, a redu&ccedil;&atilde;o do n&uacute;mero de processos em tr&acirc;mite no Judici&aacute;rio mediante a extin&ccedil;&atilde;o de execu&ccedil;&otilde;es cujo custo de processamento, para a administra&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica, &eacute; antiecon&ocirc;mico em face do valor a ser executado&quot;, disse.<br />
<br />
&nbsp;<br />
Quanto &agrave; decis&atilde;o de propor a&ccedil;&atilde;o de execu&ccedil;&atilde;o de valores que se enquadram nos termos da legisla&ccedil;&atilde;o, Fernanda Mendon&ccedil;a Figueiredo, do escrit&oacute;rio Tostes e Associados Advogados, afirmou n&atilde;o ter d&uacute;vidas de ser este um ato discricion&aacute;rio conferido &agrave; administra&ccedil;&atilde;o Federal.<br />
<br />
&nbsp;<br />
&quot;No entanto, no que se refere a a&ccedil;&otilde;es em tramita&ccedil;&atilde;o, a incid&ecirc;ncia da s&uacute;mula merece aten&ccedil;&atilde;o, porquanto expressamente prevista a remiss&atilde;o de certas d&iacute;vidas no artigo 14 da lei 11.941/09, de modo que a eventual extin&ccedil;&atilde;o dessas a&ccedil;&otilde;es pelo Judici&aacute;rio estaria respaldada pela legisla&ccedil;&atilde;o e em total conformidade com os princ&iacute;pios da economia e celeridade processuais&quot;, afirmou.<br />
&nbsp;<br />
DEFESA<br />
<br />
H&aacute;, no entanto, quem defenda a orienta&ccedil;&atilde;o do STJ. <b>Paulo Coimbra, professor da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e s&oacute;cio do Tostes &amp; Coimbra Advogados,</b> destacou que a cobran&ccedil;a da d&iacute;vida ativa da Uni&atilde;o tem se tornado uma quest&atilde;o merecedora de aten&ccedil;&atilde;o especial. Na avalia&ccedil;&atilde;o dele, as a&ccedil;&otilde;es de execu&ccedil;&atilde;o fiscal n&atilde;o t&ecirc;m se revelado um instrumento adequado e eficiente para o cumprimento de seu prop&oacute;sito, qual seja assegurar a satisfa&ccedil;&atilde;o for&ccedil;ada do cr&eacute;dito tribut&aacute;rio.<br />
<br />
&nbsp;<br />
&quot;Resultado do fiasco do processo de execu&ccedil;&atilde;o fiscal tem sido o agigantamento da d&iacute;vida p&uacute;blica da Uni&atilde;o, que tem alcan&ccedil;ado cifras surreais&quot;, afirmou o advogado, ressaltando que, na &uacute;ltima d&eacute;cada, a d&iacute;vida cresceu, em m&eacute;dia, cerca de 20%. &quot;As execu&ccedil;&otilde;es fiscais, por sua vez, n&atilde;o t&ecirc;m recuperado sequer 1% do estoque da d&iacute;vida a cada ano&quot;, acrescentou.<br />
<br />
&nbsp;<br />
De acordo com o professor, o problema &eacute; a enorme quantidade de execu&ccedil;&otilde;es fiscais que se acumulam no Brasil. &quot;Estudos revelam que mais de 40% dos processos em tr&acirc;mite perante o Poder Judici&aacute;rio s&atilde;o processos de execu&ccedil;&atilde;o fiscal que se arrastam sem t&eacute;rmino. Abarrotam, assim, as j&aacute; assoberbadas vias judiciais, comprometendo, n&atilde;o raro, a efic&aacute;cia da presta&ccedil;&atilde;o jurisdicional, o que &eacute; imprescind&iacute;vel &agrave; seguran&ccedil;a jur&iacute;dica e ao Estado de Direito. Assim, n&atilde;o &eacute; l&oacute;gico, tampouco razo&aacute;vel, que se insista em execu&ccedil;&otilde;es fiscais de pequeno valor&quot;, afirmou.<br />
<br />
&nbsp;Segundo Igor Mauler Santiago, do escrit&oacute;rio Sacha Calmon &ndash; Misabel Derzi Consultores e Advogados, a s&uacute;mula est&aacute; correta.<br />
<br />
&nbsp;<br />
&quot;O Judici&aacute;rio n&atilde;o pode extinguir uma a&ccedil;&atilde;o apenas porque o seu valor &eacute; reduzido. Tem de julgar. As partes &eacute; que podem faz&ecirc;-lo. Em se tratando de tributos, faz-se necess&aacute;ria pr&eacute;via autoriza&ccedil;&atilde;o legal&quot;.<br />
&nbsp;<br />
<br />
Eduardo de Sampaio Leite Jobim, advogado do escrit&oacute;rio Duarte Garcia, Caselli Guimar&atilde;es e Terra Advogados, disse que a interpreta&ccedil;&atilde;o do STJ est&aacute; perfeitamente de acordo com a legisla&ccedil;&atilde;o Federal, que estabelece a compet&ecirc;ncia do advogado geral da Uni&atilde;o para dispensar a inscri&ccedil;&atilde;o de cr&eacute;dito, autorizar o n&atilde;o ajuizamento de a&ccedil;&otilde;es e a n&atilde;o-interposi&ccedil;&atilde;o de recursos, assim como o requerimento de extin&ccedil;&atilde;o das a&ccedil;&otilde;es em curso ou de desist&ecirc;ncia dos respectivos recursos judiciais, para cobran&ccedil;a de cr&eacute;ditos.<br />
&nbsp;<br />
&quot;O preceito legal, ora interpretado pela s&uacute;mula, em nenhum momento faculta ao Poder Judici&aacute;rio atuar de of&iacute;cio no sentido de extinguir o processo com base em valores. Os magistrados est&atilde;o autorizados a promover a extin&ccedil;&atilde;o da a&ccedil;&atilde;o em pouqu&iacute;ssimos casos. Podemos citar, na legisla&ccedil;&atilde;o tribut&aacute;ria, o caso das execu&ccedil;&otilde;es fiscais, onde o magistrado pode ordenar o arquivamento do processo quando tiver decorrido o prazo de prescri&ccedil;&atilde;o intercorrente. Tal atua&ccedil;&atilde;o, cumpre ressaltar, acontecer&aacute; depois de ouvida a Fazenda P&uacute;blica, por&eacute;m jamais com base em crit&eacute;rios econ&ocirc;micos&quot;, afirmou.<br />
&nbsp;</p>]]></description>
		<author>Site Migalhas</author>
		<pubDate>Fri, 02 Jul 2010 00:00:00 BRT</pubDate>
	</item>
	<item>
		<title>Calendario de Funcionamento na Copa do Mundo - 02/07/10</title>
		<link><![CDATA[http://www.iejamg.com.br/site/noticia.php?intId=17&titulo=Calendario de Funcionamento na Copa do Mundo - 02/07/10]]></link>
		<description><![CDATA[<p><img height="802" width="602" src="/assets/ckfinder/images/aviso copa(2).jpg" alt="" /></p>]]></description>
		<author>Ceajufe</author>
		<pubDate>Tue, 29 Jun 2010 00:00:00 BRT</pubDate>
	</item>
	<item>
		<title>Calendario de Funcionamento na Copa do Mundo</title>
		<link><![CDATA[http://www.iejamg.com.br/site/noticia.php?intId=16&titulo=Calendario de Funcionamento na Copa do Mundo]]></link>
		<description><![CDATA[<p><img height="802" width="602" src="/assets/ckfinder/images/aviso copa2.jpg" alt="" /></p>]]></description>
		<author>Ceajufe</author>
		<pubDate>Fri, 25 Jun 2010 00:00:00 BRT</pubDate>
	</item>
	<item>
		<title>Lançamento: Livro Processo e Prescrição Civil</title>
		<link><![CDATA[http://www.iejamg.com.br/site/noticia.php?intId=15&titulo=Lançamento: Livro Processo e Prescrição Civil]]></link>
		<description><![CDATA[<p><img height="589" width="920" src="/assets/ckfinder/images/livro.jpg" alt="" /></p>]]></description>
		<author>Professor Bruno Bini</author>
		<pubDate>Thu, 10 Jun 2010 00:00:00 BRT</pubDate>
	</item>
	<item>
		<title>Calendario de Funcionamento na Copa do Mundo</title>
		<link><![CDATA[http://www.iejamg.com.br/site/noticia.php?intId=14&titulo=Calendario de Funcionamento na Copa do Mundo]]></link>
		<description><![CDATA[<p><img src="/assets/ckfinder/images/aviso copa(1).jpg" alt="" /></p>]]></description>
		<pubDate>Wed, 09 Jun 2010 00:00:00 BRT</pubDate>
	</item>
	<item>
		<title>IV Annual Latin American International Tax Program (LAITP IV)</title>
		<link><![CDATA[http://www.iejamg.com.br/site/noticia.php?intId=13&titulo=IV Annual Latin American International Tax Program (LAITP IV)]]></link>
		<description><![CDATA[<p>O envento acontecer&aacute; na Cidade do M&eacute;xico, nos dias 07 de junho e 8 de 2010. <br />
&nbsp; <br />
Diretor <br />
Ricardo Rend&oacute;n - filial mexicana da International Fiscal Association (IFA) <br />
&nbsp; <br />
<br />
Comit&eacute; de Pilotagem <br />
<br />
Jo&atilde;o D&aacute;cio Rolim - Funda&ccedil;&atilde;o Getulio Vargas (FGV) <br />
<br />
Philip Postlewaite - Northwestern University (NU) <br />
<br />
Lagos Eduardo - Pontificia Universidad Cat&oacute;lica de Chile (PUCC) <br />
<br />
Eduardo Baistrocchi - Universidad Torcuato Di Tella (UTDT), London School of Economics LSE <br />
<br />
<br />
Miss&atilde;o <br />
<br />
A miss&atilde;o educativa da Am&eacute;rica Latina &eacute; International Tax Program (LAITP) para fornecer funcion&aacute;rios da administra&ccedil;&atilde;o fiscal e levando os profissionais fiscais com a melhor educa&ccedil;&atilde;o intensiva sobre tributa&ccedil;&atilde;o internacional dispon&iacute;vel na Am&eacute;rica Latina. O principal objetivo do programa &eacute; desafiar limites disciplinares tradicionais atrav&eacute;s do ensino em &aacute;reas que exigem problema orientada abordagens interdisciplinares. <br />
<br />
O programa tem um perfil internacional. Professores s&atilde;o atra&iacute;dos principalmente das universidades patrocinadoras, bem como da filial mexicana da International Fiscal Association. forte intera&ccedil;&atilde;o entre professores e participantes &eacute; um elemento-chave deste programa. <br />
<br />
O programa &eacute; baseado em estudos de casos relacionados com o investimento dos Estados Unidos, Europa e Am&eacute;rica Latina para a Am&eacute;rica Latina (e vice-versa). &Eacute; dada &ecirc;nfase &agrave; intera&ccedil;&atilde;o da rede americana tratado fiscal Latina com redes de outros impostos tratado (como os da Europa e dos Estados Unidos). <br />
<br />
Mais informa&ccedil;&otilde;es no site: www.ifamexico.com.mx<br />
&nbsp;</p>]]></description>
		<pubDate>Tue, 25 May 2010 00:00:00 BRT</pubDate>
	</item>
	<item>
		<title>Lançamento do livro \"Comentários sobre a Lei do Processo Eletrônico\" </title>
		<link><![CDATA[http://www.iejamg.com.br/site/noticia.php?intId=12&titulo=Lançamento do livro \"Comentários sobre a Lei do Processo Eletrônico\" ]]></link>
		<description><![CDATA[<p><img height="930" width="615" src="/assets/ckfinder/images/folder_virtual.JPG" alt="" /></p>]]></description>
		<pubDate>Wed, 12 May 2010 00:00:00 BRT</pubDate>
	</item>
	<item>
		<title>Vacinação H1N1</title>
		<link><![CDATA[http://www.iejamg.com.br/site/noticia.php?intId=11&titulo=Vacinação H1N1]]></link>
		<description><![CDATA[<p><img height="802" width="602" src="/assets/ckfinder/images/aviso.jpg" alt="" /></p>]]></description>
		<pubDate>Fri, 07 May 2010 00:00:00 BRT</pubDate>
	</item>
	<item>
		<title> OAB/MG quer opinião dos inscritos sobre instalação de auto-protocolo no TJMG da Raja Gabaglia   </title>
		<link><![CDATA[http://www.iejamg.com.br/site/noticia.php?intId=10&titulo= OAB/MG quer opinião dos inscritos sobre instalação de auto-protocolo no TJMG da Raja Gabaglia   ]]></link>
		<description><![CDATA[<p><span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt; top: 40px;" id="ctl00_ContentPlaceHolder1_lblTexto"><span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;">Tem sido constante entre&nbsp;a comunidade jur&iacute;dica os  debates sobre&nbsp;poss&iacute;veis avan&ccedil;os estruturais para Justi&ccedil;a. Em recente  encontro, os presidentes da OAB/MG, Lu&iacute;s Cl&aacute;udio Chaves e do Tribunal de  Justi&ccedil;a de Minas Gerais, S&eacute;rgio Resende conversaram sobre a  possibilidade de instala&ccedil;&atilde;o de um auto-protocolo de peti&ccedil;&otilde;es na sede do  TJMG, na Raja Gabaglia. Com isso, a rotina de advogados e estagi&aacute;rios  ficaria mais &aacute;gil. Entretanto, durante este encontro, os dois  consideraram melhor ouvir uma parte dos envolvidos nesta quest&atilde;o: os  advogados e estagi&aacute;rios. Para isso, os inscritos podem enviar sugest&otilde;es e  cr&iacute;ticas &agrave; iniciativa por meio do endere&ccedil;o eletr&ocirc;nico <a href="mailto:autoprotocolo@oabmg.org.br">autoprotocolo@oabmg.org.br</a>.  As sugest&otilde;es enviadas ser&atilde;o organizadas e passadas ao Tribunal que  avaliar&aacute; a viabilidade de instala&ccedil;&atilde;o desta novidade no pr&eacute;dio da Avenida  Raja Gabaglia.&nbsp; <span style=""><br />
</span></span></span></p>]]></description>
		<author>OAB MG</author>
		<pubDate>Wed, 28 Apr 2010 00:00:00 BRT</pubDate>
	</item>
	<item>
		<title>Deputado federal apoia criação de TRF em Minas</title>
		<link><![CDATA[http://www.iejamg.com.br/site/noticia.php?intId=9&titulo=Deputado federal apoia criação de TRF em Minas]]></link>
		<description><![CDATA[<p><span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt; top: 40px;" id="ctl00_ContentPlaceHolder1_lblTexto">
<p align="justify">Em  visita &agrave; Seccional da OAB/MG, o deputado federal Bilac Pinto, em  companhia do presidente da Comiss&atilde;o de Ensino Jur&iacute;dico, S&eacute;rgio Sette  C&acirc;mara informou que a visita se deve a apresentar o seu  irrestrito apoio ao projeto de cria&ccedil;&atilde;o de um Tribunal Regional Federal  em Minas Gerais, antiga reivindica&ccedil;&atilde;o da advocacia mineira. Eles foram  recebidos pelo presidente Luis Cl&aacute;udio que agradeceu e falou que a  classe est&aacute; confiante no trabalho de seus representantes para o sucesso  do projeto.</p>
<p align="justify">Na ocasi&atilde;o, Sette C&acirc;mara informou que, recentemente,  foi nomeado pelo presidente do Conselho Federal da OAB, Ophir  Cavalcante, para ocupar uma vaga como membro da Comiss&atilde;o Nacional de  Ensino Jur&iacute;dico.</p>
</span></p>]]></description>
		<author>OAB MG</author>
		<pubDate>Sun, 25 Apr 2010 00:00:00 BRT</pubDate>
	</item>
	<item>
		<title>OAB/MG quer mudar Lei Antitruste</title>
		<link><![CDATA[http://www.iejamg.com.br/site/noticia.php?intId=8&titulo=OAB/MG quer mudar Lei Antitruste]]></link>
		<description><![CDATA[<p><span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt; top: 40px;" id="ctl00_ContentPlaceHolder1_lblTexto"><font size="2">A Comiss&atilde;o de  Estudos de Direito da Concorr&ecirc;ncia e Regula&ccedil;&atilde;o Econ&ocirc;mica da Ordem dos  Advogados do Brasil - Regional Minas Gerais (OAB-MG) apresentou no  Senado, no in&iacute;cio desta semana, propostas de altera&ccedil;&otilde;es no texto  original e nas emendas apresentadas pelo senador Alo&iacute;zio Mercadante  (PT-SP) para a nova Lei Antitruste (Lei n&uacute;mero 8.894 de 1994), que foi  modificada pelo Projeto de Lei (PL) 3.937 de 2004, e, em dezembro de  2009, encaminhada &agrave; Casa pela C&acirc;mara dos Deputados, intitulada de  Projeto de Lei Complementar (PLC) n&uacute;mero 6/2009.<br />
<br />
Do ponto de  vista institucional, conforme explicou o advogado e presidente da  comiss&atilde;o, Paolo Zupo Mazzucato, as altera&ccedil;&otilde;es propostas unificam os  processos de instru&ccedil;&atilde;o, investiga&ccedil;&atilde;o e decis&atilde;o relativas &agrave;s regras de  concorr&ecirc;ncia econ&ocirc;mica no pa&iacute;s, hoje divididos entre o Conselho  Administrativo de Defesa Econ&ocirc;mica (Cade), a Secretaria de Direito  Econ&ocirc;mico (SDE), do Minist&eacute;rio da Justi&ccedil;a, e a Secretaria de  Acompanhamento Econ&ocirc;mico (Seae), ligada ao Minist&eacute;rio da Fazenda,  somente no Cade.<br />
<br />
&quot;<span style="">uma forma de agilizar e  desburocratizar a morosidade</span> e a burocracia do sistema utilizado  atualmente. No entanto, o inconveniente institucional dessa altera&ccedil;&atilde;o &eacute; a  concentra&ccedil;&atilde;o de poderes no cargo de superintendente-geral do Cade, que  pode decidir processos porque os mecanismos de revis&atilde;o desta decis&atilde;o do  Tribunal Aministrativo de Defesa Econ&ocirc;mica n&atilde;o s&atilde;o eficazes&quot;, explicou.<br />
<br />
Outra  altera&ccedil;&atilde;o proposta pela OAB-MG &eacute; relativa &agrave; multa aplicada &agrave;s empresas  que cometem infra&ccedil;&otilde;es da ordem econ&ocirc;mica previstas na Lei Antitruste. A  legisla&ccedil;&atilde;o em vigor prev&ecirc; multa de 1% a 30% do faturamento bruto do  empreendimento relativo ao ano anterior da instaura&ccedil;&atilde;o do processo. Ja o  PLC n&uacute;mero 6/2009 prop&otilde;e o mesmo valor, por&eacute;m altera a regra, atrelando  o percentual da penalidade ao faturamento do relevante mercado  explorado no il&iacute;cito.<br />
<br />
Na avalia&ccedil;&atilde;o de Mazzucato, a emenda &eacute;  invi&aacute;vel porque se o lucro proveniente da infra&ccedil;&atilde;o for maior que a  multa, o que pode acontecer em caso da penalidade ser aplicada somente  em rela&ccedil;&atilde;o ao faturamento do mercado ou produto ator do il&iacute;cito, a  mudan&ccedil;a pode se tornar um est&iacute;mulo &agrave;s pr&aacute;ticas econ&ocirc;micas ilegais. &quot;Por  isso, a OAB-MG &eacute; a favor da preserva&ccedil;&atilde;o da regra anterior&quot;, destacou.<br />
<br />
O  par&acirc;metro para notifica&ccedil;&atilde;o aos atos de concentra&ccedil;&otilde;es empresariais,  fus&otilde;es, aquisi&ccedil;&otilde;es e forma&ccedil;&atilde;o de <em><span style="font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">joint ventures</span></em>  proposto pela PLC tamb&eacute;m &eacute; questionado pela comiss&atilde;o da OAB-MG. O texto  atual prev&ecirc; a possibilidade em caso de pelo menos uma das empresas ter  faturamento anual igual ou superior a R$ 400 milh&otilde;es ou deter 20% no <em><span style="font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">market  share</span></em>.<br />
<br />
<br />
<strong><span style="font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">Participa&ccedil;&atilde;o</span></strong>  - O PLC elimina o crit&eacute;rio da participa&ccedil;&atilde;o de mercado e altera a regra  do faturamento de forma que uma empresa envolvida na transa&ccedil;&atilde;o deve ter  giro bruto anual de R$ 150 mih&otilde;es e a outra de R$ 30 milh&otilde;es. J&aacute; a  emenda proposta pelo senador Alo&iacute;zio Mercadante, que tamb&eacute;m retira a  regra referente ao <em><span style="font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">market share</span></em>,  estabelece que um dos empreendimentos deve ter receita bruta de R$ 400  milh&otilde;es ao ano e o outro de R$ 30 milh&otilde;es anuais.<br />
<br />
&quot;A cr&iacute;tica,  nessa quest&atilde;o, vai para a retirada do crit&eacute;rio da participa&ccedil;&atilde;o no  mercado envolvido na transa&ccedil;&atilde;o econ&ocirc;mica. Algumas opera&ccedil;&otilde;es n&atilde;o atingem  os par&acirc;metros estabelecidos em ambas as propostas do faturamento, mas  representam grande concentra&ccedil;&atilde;o do <em><span style="font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">market share</span></em>&quot;,  justificou o advogado.<br />
<br />
O PLC tamb&eacute;m d&aacute; poderes ao Cade para,  mesmo ap&oacute;s um ano da consolida&ccedil;&atilde;o das opera&ccedil;&otilde;es de concentra&ccedil;&otilde;es  empresariais, notificar as empresas envolvidas, o que, na opini&atilde;o de  Mazzucato, provoca inseguran&ccedil;a jur&iacute;dica para as partes envolvidas. &quot;Isso  seria inconstitucional&quot;, ressaltou. </font></span></p>]]></description>
		<author>Diário do Comércio</author>
		<pubDate>Thu, 22 Apr 2010 00:00:00 BRT</pubDate>
	</item>
	<item>
		<title>Com a edição da Lei n. 12.011/2009, foram criadas 230 varas na estrutura da Justiça Federal.</title>
		<link><![CDATA[http://www.iejamg.com.br/site/noticia.php?intId=7&titulo=Com a edição da Lei n. 12.011/2009, foram criadas 230 varas na estrutura da Justiça Federal.]]></link>
		<description><![CDATA[<p>Com a edi&ccedil;&atilde;o da Lei n. 12.011/2009, foram criadas 230 varas na estrutura da Justi&ccedil;a Federal.<br />
<br />
Em sess&atilde;o realizada em 14 de abril o Conselho da Justi&ccedil;a Federal deliberou sobre a distribui&ccedil;&atilde;o e instala&ccedil;&atilde;o destas 230 varas entre os cinco Tribunais Regionais Federais. Ao Tribunal Regional da Primeira Regi&atilde;o coube 94 varas.<br />
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Na Se&ccedil;&atilde;o Judici&aacute;ria de Minas Gerais ser&atilde;o instaladas 29 varas, assim distribu&iacute;das:&nbsp;&nbsp;&nbsp; <br />
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&nbsp;ANO DE 2010 (04 varas): Belo Horizonte (01 vara de JEF); Paracatu (01 vara mista); Te&oacute;filo Otoni (01 vara mista); Una&iacute; (01 vara mista).<br />
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&nbsp;ANO DE 2011 (07 varas): Contagem (02 varas mistas); Ipatinga (01 vara mista); Manhua&ccedil;u (01 vara mista); Montes Claros (01 vara mista); Muria&eacute; (01 vara mista); Uberl&acirc;ndia (01 vara mista).<br />
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&nbsp;ANO DE 2012 (05 varas): Belo Horizonte (01 vara de JEF); Ituitaba (01 vara mista); Juiz de Fora (01 vara de JEF); Vi&ccedil;osa (01 vara mista); Ponte Nova (01 vara mista).<br />
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ANO DE 2013 (06 varas): Contagem (01 vara mista); Jana&uacute;ba (01 vara mista); Montes Claros (01 vara mista); Patos de Minas (01 vara mista); Pouso Alegre (01 vara mista); Uberaba (01 vara de JEF);<br />
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&nbsp;ANO DE 2014 (07 varas): Belo Horizonte (01 vara de JEF); Governador Valadares (01 vara mista); Juiz de Fora (01 vara mista); Po&ccedil;os de Caldas (01 vara mista); Uberaba (01 vara mista); Uberl&acirc;ndia (01 vara mista); Varginha (01 vara mista).<br />
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A amplia&ccedil;&atilde;o da Justi&ccedil;a Federal autorizada pela Lei n. 12.011/2009 implicar&aacute; no provimento, por concurso p&uacute;blico nos pr&oacute;ximos quatro anos, de 460 cargos de juiz federal e 4.600 cargos &aacute;rea de apoio, entre T&eacute;cnicos e Analistas.<br />
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&nbsp;O momento &eacute; oportuno para aqueles que almejam ingressar e fazer carreira no Poder Judici&aacute;rio Federal.<br />
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Prepare-se. O CEAJUFE tem um curso na medida de sua necessidade!<br />
&nbsp;</p>]]></description>
		<author>Ceajufe</author>
		<pubDate>Mon, 19 Apr 2010 00:00:00 BRT</pubDate>
	</item>
	<item>
		<title> Movimento das Advogadas Mineiras lança livro sobre Moralidade no Brasil   </title>
		<link><![CDATA[http://www.iejamg.com.br/site/noticia.php?intId=6&titulo= Movimento das Advogadas Mineiras lança livro sobre Moralidade no Brasil   ]]></link>
		<description><![CDATA[<p><span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt; top: 40px;" id="ctl00_ContentPlaceHolder1_lblTexto">
<p align="justify">Ser&aacute;  lan&ccedil;ado&nbsp;nesta ter&ccedil;a (17/11), a partir das 18h30, o livro &quot;Abordagem  Multidisciplinar sobre a Moralidade no Brasil&quot;, editado pela Del Rey,  fruto das palestras desenvolvidas pelo Movimento das Advogadas Mineiras  na sede da OAB/MG.</p>
<p align="justify">A obra foi coordenada pela professora C&eacute;lia Pimenta  Barroso Pitchon e tem como autores o vice-governador do Estado, Ant&ocirc;nio  Augusto Anastasia; Carla Anastasia, Cl&aacute;udio von Balen, Luciana Moraes  Raso Sardinha Pinto, Marco Aur&eacute;lio Baggio, Meigla Maria Ara&uacute;jo Merlin,  Misabel Abreu Machado Derzi, M&ocirc;nica Sette Lopes, Nilber Andrade e a  pr&oacute;pria coordenadora. O livro recebeu o pref&aacute;cio do governador A&eacute;cio  Neves.</p>
<p align="justify">O evento ser&aacute; realizado na Livraria Del Rey, na rua  Aimor&eacute;s 612, bairro Funcion&aacute;rios, em Belo Horizonte.</p>
</span> </p>]]></description>
		<author>OAB MG</author>
		<pubDate>Tue, 13 Apr 2010 00:00:00 BRT</pubDate>
	</item>
	<item>
		<title>\"PEC do TRF em Minas\"</title>
		<link><![CDATA[http://www.iejamg.com.br/site/noticia.php?intId=5&titulo=\"PEC do TRF em Minas\"]]></link>
		<description><![CDATA[<p align="justify" class="MsoNormal"><span style=""><font size="2">A C&acirc;mara dos Deputados  deve colocar em discuss&atilde;o, nesta quarta-feira (07/4). a Proposta de  Emenda &agrave; Constitui&ccedil;&atilde;o (PEC) 544/02, que prev&ecirc; a cria&ccedil;&atilde;o de quatro  Tribunais Regionais Federais (TRFs), entre eles, um em Belo Horizonte.  As outras capitais s&atilde;o Curitiba, Salvador e Manaus. O projeto avan&ccedil;a com  sinal verde do presidente da Casa, deputado Michel Temer (PMDB), que o  avalia como garantia de &quot;efetividade&quot; da Justi&ccedil;a e &quot;fortalecimento do  princ&iacute;pio federativo&quot;. Em reuni&atilde;o com ju&iacute;zes federais e representantes  da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) h&aacute; uma semana, Temer declarou  apoio &agrave; medida. O presidente da OAB Federal, Ophir Cavalcante defende os  novos tribunais como sa&iacute;da para &quot;racionalizar os servi&ccedil;os da Justi&ccedil;a  Federal&quot;.<o:p></o:p></font></span></p>
<p align="justify" class="MsoNormal"><span style=""><font size="2">O  conselheiro federal suplente, Jo&atilde;o Henrique Caf&eacute;, que participa  diretamente das atividades da Frente Pr&oacute; TRF Minas, est&aacute; esperan&ccedil;oso  pela aprova&ccedil;&atilde;o da PEC, mesmo sabendo que h&aacute; um clima de obstru&ccedil;&atilde;o em  fun&ccedil;&atilde;o da proximidade das elei&ccedil;&otilde;es. Em recentes conversas com o  governador de Minas, Ant&ocirc;nio Augusto Anastasia, a OAB de Minas e o  Governo est&atilde;o viabilizando, entre os im&oacute;veis de propriedade do Estado,  uma instala&ccedil;&atilde;o adequada para receber o Tribunal Regional Federal, caso a  PEC seja aprovada. &ldquo;Este &eacute; o momento crucial para a desobstru&ccedil;&atilde;o da  Justi&ccedil;a em &acirc;mbito federal, j&aacute; que a morosidade jurisdicional tem sido  exagerada com preju&iacute;zo para o cidad&atilde;o mineiro. Mais de 54% da demanda do  TRF 1&ordf; Regi&atilde;o &eacute; oriunda deste Estado. Assim, o Tribunal em Minas j&aacute;  nasceria maior que o da 5&ordm; e maior do que todo o restante da 1&ordf; regi&atilde;o.  Os quatro estados presentes nesta PEC est&atilde;o unidos em Frente Nacional  pela conquista desse importante passo para a Justi&ccedil;a brasileira&rdquo;, disse.<o:p></o:p></font></span></p>
<p align="justify" class="MsoNormal"><span style=""><font size="2">Hoje  no Pa&iacute;s h&aacute; cinco TRF&rsquo;s: em Porto Alegre, S&atilde;o Paulo, Rio de Janeiro,  Bras&iacute;lia e Recife. O principal argumento da Frente Nacional, em todos os  Estados sedes das novas unidades, &eacute; que as novas cortes ir&atilde;o desafogar o  elevado &iacute;ndice de feitos, uma das causas da morosidade que marca o  Judici&aacute;rio.</font></span></p>]]></description>
		<author>OAB MG</author>
		<pubDate>Mon, 05 Apr 2010 00:00:00 BRT</pubDate>
	</item>
</channel>
</rss>
